14.2.11
6.2.11
3.2.11
2.2.11
Sonho do Jamor
Já só temos na cabeça um pensamento, um sonho. Claro está, a final no Jamor.
Seja o que for que estejamos a fazer a verdade é que não é nada difícil subir ao pensamento uma imagem que para muitos dos sócios é só um conto dos mais velhos, uns recortes de jornais, ou umas imagens a preto e branco.
A última presença na final desta competição foi na época de 87-88 num jogo que perdemos por 1-0 para os tripeiros.
23 anos de ausência desde então.
23 anos é tempo demais para o Vitória.
23 anos em que clubes como Estrela da Amadora, SC Farense, Beira-mar, Campomaiorense, Marítimo, Boavista, União de Leiria, Setúbal, Leixões, Desportivo de Chaves, Paços de Ferreira, Belenenses, Marroquinos, passaram por lá. Mais os três do costume.
Até dá vontade de subir ao céu e perguntar que mal fizemos nós para merecer este castigo, para merecer estes 23 anos de marasmo, este bruxedo! Bruxedo que nunca mais acaba!
Todos temos na cabeça (ainda) a meia-final contra o Setúbal naquela terrível época de emoções ruins. Do céu ao inferno num abrir e num fechar de olhos. Talvez seja a pior recordação que tenho do Vitória.
Acredito que tenha sido o jogo que ditou a nossa descida de divisão, lenta e dolorosamente, semana após semana. Ai está, também, a importância que estes jogos têm no sucesso de uma época ou mesmo de um clube.
O importante agora não é o passado, mas sim o futuro a historia que temos para construir e que esta nas nossas mãos. Apesar das dificuldades que teremos para chegar à final está ao nosso alcance a ida ao Jamor, e ai, ai tudo é possível (mas isso já é outro sonho).
Está na hora de mudar a nossa sorte, e isso depende de todos nós.
Termino dizendo; o Vitória somos nós, sócios, adeptos, simpatizante, direcção, jogadores, funcionários, Vimaranenses …etc. Cada um é um pouco de força que somada assusta e pode ser invencível.
Todos temos de lutar pelo nosso sonho.
Todos ao estádio apoiar o Vitória.
Encontramo-nos lá.
Vitória Sempre.
24.1.11
A ponte Luiz I
Aguarela
Li em qualquer lugar que por ausência do rei Dom Luiz 1º no dia da inauguração da ponte… os tripeiros, fodidos pela desrespeitosa ausência, decidiram tirar o “Dom” das placas que viriam ser colocadas na ponte. Assim, a ponte que teria o nome Dom Luiz 1º ficou só como Luiz 1º. Ponte Luiz 1º e não Ponte Dom Luiz 1º.
Caso para dizer que este rei era manso.
Quanto às pinturas, são duas aguarelas que retratam a dita ponte com dois ambientes diferentes. A imagem de cima retrata a aurora do dia, os primeiros raios de sol. A imagem mais abaixo está envolvida num nevoeiro, leve nevoeiro.
23.1.11
Trasnportadores de néctar
Aguarela
Quantos e quantos litros de conversa estes barcos já transportaram?
Quantas ideias e idiotices?
Quantas amizades criaram e quantos se amaram?
Quantas risadas, quantas lágrimas…quantas vidas transportaram?
Tantas coisas transportaram, tantas!
E mesmo que não tenham sido por eles transportados os litros que a mim já me abençoaram devo dizer que… o prazer que tive em o beber foi tão bom como os momentos que já me proporcionou viver (ou não).
Viva o vinhinho e mais nada.
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