16.2.11

6 amigos vitorianos



Da esquerda para a direita: Gia, Seco, Miranda, Buga e Idalécio. Em baixo está o Zé Carlos.

Bússola



É um dos meus primeiros trabalhos e um dos que eu mais curto. Já tem uns 6 ou 7 anos, não sei!

É uma imagem que transmite serenidade e segurança e pintada de forma completamente livre, sem me prender a rigores técnicos. Pintada pele simples prazer de pintar. A melhor forma de pintar é essa mesma, pintar com prazer e liberdade.

Lembro que me deparei com uma imagem idêntica numa igreja e que curti o que fui imaginando dessa imagem. Mais tarde, lembrando-me desse momento e com uma tela branca à minha frente fui explorando essas memorias.
O resultado foi este, uma imagem que me dá alguma segurança embora os perigos, as agruras ou dificuldades da vida estejam sempre à espreita. Devo confessar que as religiões me dizem muito pouco, sou pouco crente (ou nada) nas palavras da igreja, no céu ou na salvação…não sei, mas acho que um sorriso vale mais que 1000 bíblias. Contudo, não deixa de ser bom imaginar que somos protegidos (até mesmo por algo que não acreditamos), seja pelo que for, mas sobre tudo pelos amigos que fazemos e claro, família.

Bla bla bla … bla bla bla…

2.2.11

Sonho do Jamor






Já só temos na cabeça um pensamento, um sonho. Claro está, a final no Jamor.

Seja o que for que estejamos a fazer a verdade é que não é nada difícil subir ao pensamento uma imagem que para muitos dos sócios é só um conto dos mais velhos, uns recortes de jornais, ou umas imagens a preto e branco.

A última presença na final desta competição foi na época de 87-88 num jogo que perdemos por 1-0 para os tripeiros.
23 anos de ausência desde então.

23 anos é tempo demais para o Vitória.

23 anos em que clubes como Estrela da Amadora, SC Farense, Beira-mar, Campomaiorense, Marítimo, Boavista, União de Leiria, Setúbal, Leixões, Desportivo de Chaves, Paços de Ferreira, Belenenses, Marroquinos, passaram por lá. Mais os três do costume.

Até dá vontade de subir ao céu e perguntar que mal fizemos nós para merecer este castigo, para merecer estes 23 anos de marasmo, este bruxedo! Bruxedo que nunca mais acaba!

Todos temos na cabeça (ainda) a meia-final contra o Setúbal naquela terrível época de emoções ruins. Do céu ao inferno num abrir e num fechar de olhos. Talvez seja a pior recordação que tenho do Vitória.
Acredito que tenha sido o jogo que ditou a nossa descida de divisão, lenta e dolorosamente, semana após semana. Ai está, também, a importância que estes jogos têm no sucesso de uma época ou mesmo de um clube.

O importante agora não é o passado, mas sim o futuro a historia que temos para construir e que esta nas nossas mãos. Apesar das dificuldades que teremos para chegar à final está ao nosso alcance a ida ao Jamor, e ai, ai tudo é possível (mas isso já é outro sonho).
Está na hora de mudar a nossa sorte, e isso depende de todos nós.
Termino dizendo; o Vitória somos nós, sócios, adeptos, simpatizante, direcção, jogadores, funcionários, Vimaranenses …etc. Cada um é um pouco de força que somada assusta e pode ser invencível.

Todos temos de lutar pelo nosso sonho.

Todos ao estádio apoiar o Vitória.

Encontramo-nos lá.

Vitória Sempre.